Folklore-assim na sua coreografia, os políticos colocam um desafio ao seu trabalho:
O da imponderabilidade do Estado e dos seus Orçamentos
Não se analisa o que se propõe
Ladram-se banalidades
Assim esta peça teatral que se desenrola há 36 anos, nunca encontra fim e nessa fragilidade, renova-se cada vez mais estranha e cada vez mais enfraquecida.
Cada diatribe, permite um novo solo onde o intérprete, se desintegra nas palavras que profere e para se reintegrar, reorganiza a peça e explora alguns elementos étnicos: o fado, os messias salvadores, os desígnios nacionais e outros que tal.
cantam-se estribilhos vindos de algures e prepara-se o regresso do status quo
e depois actores cospem sobre outros actores ou sobre o cenário
"Não gosto quando os políticos são (ou não são-varia com o dramaturgo)atingidos pelos estilhaços de processos judiciais em curso.
Há os símbolos que não existem mas têm de ser incensados
"o sagrado princípio da separação de poderes" que ou está ameaçado ou esteve posto em causa
os entretantos e nos entantos,
o presidente da Associação Sindical dos Juízes decidiu desferir ele próprio um ataque ao dito princípio imaterial e insubstancial
que outros tantos actores já tinham feito anteriormente
embora de forma menos flagrante
e diga-se de passagem deixando transparecer a cupidez daqueles
que habitualmente nos esvaziam os bolsos a bem da nação deles
e para mal dos nossos vícios
e para bem dos nossos amos
um bloque de missatges sem significado e pedantes como o carago se los putogoeses se substituiran.... per etiquetes individuals ganhávamos algo ou...no? crear putogoeses enllaços no apareixerà en aquests queques? no rastrejar-lo enterra-lo...
diumenge, 24 d’octubre de 2010
divendres, 8 d’octubre de 2010
DAS PALAVRAS ISENTAS DE IDEOLOGIAS A LITERATURA COMO FÉ
um homem mede-se pela extensão do seu raciocínio
lógico
e pela beleza dos pensamentos que produz
A especialização leva à incomunicabilidade social.
à fragmentação do conjunto de seres humanos em guetos culturais de técnicos e especialistas
aos quais a linguagem, alguns códigos e a informação progressivamente sectorizada relegam naquele particularismo contra o qual nos alertava o antiquíssimo adágio:
não é necessário concentrar-se tanto no ramo nem na folha, a ponto de esquecermos que eles fazem parte de uma árvore, e esta de um bosque.
O sentido de pertença, que conserva unido o corpo social e o impede de se desintegrar em uma miríade de particularismos solipsistas, depende, em boa medida, de que se tenha uma consciência precisa da existência do bosque.
E o solipsismo - de povos ou indivíduos - gera paranóias e delírios, as deformações da realidade que sempre dão origem ao ódio, às guerras e aos genocídios.
A ciência e a técnica não podem mais cumprir aquela função cultural integradora em nosso tempo, precisamente pela infinita riqueza de conhecimentos e da rapidez de sua evolução que levou à especialização e ao uso de vocabulários herméticos.
A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte.
Nós, leitores de Cervantes ou de Shakespeare, de Dante ou de Tolstoi, sentimos-nos membros da mesma espécie porque, nas obras que eles criaram, aprendemos aquilo que partilhamos como seres humanos, o que permanece em todos nós além do amplo leque de diferenças que nos separam.
E nada defende melhor os seres vivos contra a estupidez dos preconceitos, do racismo, da xenofobia, das obtusidades localistas do sectarismo religioso ou político, ou dos nacionalismos discriminatórios, do que a comprovação constante que sempre aparece na grande literatura: a igualdade essencial de homens e mulheres em todas as latitudes, e a injustiça representada pelo estabelecimento entre eles de formas de discriminação, sujeição ou exploração."
Mario Vargas Llosa
por mim até podia ser monárquico da esquerda republicana
quem escreve assim não tem tendências absolutistas
ou talvez tenha que importa
lógico
e pela beleza dos pensamentos que produz
A especialização leva à incomunicabilidade social.
à fragmentação do conjunto de seres humanos em guetos culturais de técnicos e especialistas
aos quais a linguagem, alguns códigos e a informação progressivamente sectorizada relegam naquele particularismo contra o qual nos alertava o antiquíssimo adágio:
não é necessário concentrar-se tanto no ramo nem na folha, a ponto de esquecermos que eles fazem parte de uma árvore, e esta de um bosque.
O sentido de pertença, que conserva unido o corpo social e o impede de se desintegrar em uma miríade de particularismos solipsistas, depende, em boa medida, de que se tenha uma consciência precisa da existência do bosque.
E o solipsismo - de povos ou indivíduos - gera paranóias e delírios, as deformações da realidade que sempre dão origem ao ódio, às guerras e aos genocídios.
A ciência e a técnica não podem mais cumprir aquela função cultural integradora em nosso tempo, precisamente pela infinita riqueza de conhecimentos e da rapidez de sua evolução que levou à especialização e ao uso de vocabulários herméticos.
A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte.
Nós, leitores de Cervantes ou de Shakespeare, de Dante ou de Tolstoi, sentimos-nos membros da mesma espécie porque, nas obras que eles criaram, aprendemos aquilo que partilhamos como seres humanos, o que permanece em todos nós além do amplo leque de diferenças que nos separam.
E nada defende melhor os seres vivos contra a estupidez dos preconceitos, do racismo, da xenofobia, das obtusidades localistas do sectarismo religioso ou político, ou dos nacionalismos discriminatórios, do que a comprovação constante que sempre aparece na grande literatura: a igualdade essencial de homens e mulheres em todas as latitudes, e a injustiça representada pelo estabelecimento entre eles de formas de discriminação, sujeição ou exploração."
Mario Vargas Llosa
por mim até podia ser monárquico da esquerda republicana
quem escreve assim não tem tendências absolutistas
ou talvez tenha que importa
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HORAS IDEOLÓGICAS MINUTEMEN
dimarts, 5 d’octubre de 2010
DA EDUCAÇÃO DO SANCHO-POVO E DOS SEUS DESEDUCADORES
EDUCAR NA VIDA - a educação continua a ser um legítimo campo de manobras, quer eleitorais, quer económicas, foi o grande feito da república
Cem inaugurações de escolas, mas a escola
tem de ser lentamente melhorada
por dentro e não nas fachadas
Pois Agostinho de Campos disse:
um povo que só sabe ler e escrever asneiras não é
um povo feliz
a doença nacional não é o analfabetismo intelectual dos governados
mas sim o analfabetismo moral dos governantes
(leia-se Almeida Santos e similares)
o que é preciso é saber, quando ferrarão connosco no paraíso,
proclamando que existe um superavit de educação e que para nós soou a hora inédita de fechar escolas, ou de as reorganizar por maneira,
que o povo se matricule para lá ir
desaprender o que sabe de mais.....
e a hora chegou
Não melhorada com decretos,leis e quadros interactivos que estarão inactivos e ultrapassados em 10 ou 15 anos
Numa sociedade de obsolescência uma educação obsoleta
Analisando o último Directorado Monárquico 1906-1910
de Agostinho de Campos
Mendinho
Seu vizinho
Pai de todos
Fura bolos
Mata piolhos
Este quer pão
este diz: não há
este diz: vamos roubá-lo
este diz: alto lá
este diz: amanhã Deus o dará
(e não estará bem patente, naquele Deus dará com que o polegar encerra a discussão, uma lição nociva de fatalismo, de preguiça e de mendicidade crónica)
ontem como hoje, o ensino é fatalista
diz esse deseducador Santos, resignem-se que o governo também anda mal, o analfabetismo infelizmente não foi exterminado pela república
é ainda o vício e defeito nacional por excelência, a incapacidade de compreender que não são iletradas as populações passivas, mas os dirigentes locais e nacionais, cuja mentalidade egotista e predatória do erário público, só vê os seus males.
Incapaz de reconhecer os seus erros e apenas capaz de os esconder, desta inversão aberrativa das competências governativas, resulta todo o mal de um povo e de um país.
FANTASIAS
GENERALIZAÇÕES APRESSADAS
PARADOXOS
TALVEZ O SEJAM, mas num país que necessita de reformar todos os seus não-funcionais processos, se não tiver capacidade crítica, desorganizada pela aridez educativa
Cem inaugurações de escolas, mas a escola
tem de ser lentamente melhorada
por dentro e não nas fachadas
Pois Agostinho de Campos disse:
um povo que só sabe ler e escrever asneiras não é
um povo feliz
a doença nacional não é o analfabetismo intelectual dos governados
mas sim o analfabetismo moral dos governantes
(leia-se Almeida Santos e similares)
o que é preciso é saber, quando ferrarão connosco no paraíso,
proclamando que existe um superavit de educação e que para nós soou a hora inédita de fechar escolas, ou de as reorganizar por maneira,
que o povo se matricule para lá ir
desaprender o que sabe de mais.....
e a hora chegou
Não melhorada com decretos,leis e quadros interactivos que estarão inactivos e ultrapassados em 10 ou 15 anos
Numa sociedade de obsolescência uma educação obsoleta
Analisando o último Directorado Monárquico 1906-1910
de Agostinho de Campos
Mendinho
Seu vizinho
Pai de todos
Fura bolos
Mata piolhos
Este quer pão
este diz: não há
este diz: vamos roubá-lo
este diz: alto lá
este diz: amanhã Deus o dará
(e não estará bem patente, naquele Deus dará com que o polegar encerra a discussão, uma lição nociva de fatalismo, de preguiça e de mendicidade crónica)
ontem como hoje, o ensino é fatalista
diz esse deseducador Santos, resignem-se que o governo também anda mal, o analfabetismo infelizmente não foi exterminado pela república
é ainda o vício e defeito nacional por excelência, a incapacidade de compreender que não são iletradas as populações passivas, mas os dirigentes locais e nacionais, cuja mentalidade egotista e predatória do erário público, só vê os seus males.
Incapaz de reconhecer os seus erros e apenas capaz de os esconder, desta inversão aberrativa das competências governativas, resulta todo o mal de um povo e de um país.
FANTASIAS
GENERALIZAÇÕES APRESSADAS
PARADOXOS
TALVEZ O SEJAM, mas num país que necessita de reformar todos os seus não-funcionais processos, se não tiver capacidade crítica, desorganizada pela aridez educativa
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é a hora
dissabte, 2 d’octubre de 2010
PERDIDOS NUM CAOS DE PALAVRAS NOS REINOS E REPÚBLICAS DE SANCHO PANÇA
PALAVRAS DOS REINOS E REPÚBLICAS DO KAOS E KAVAKISTÕES ASSOCIADOS
Sócrates o impermeável ?
D.Carlos o impassível?
Alegre o caçador Simão ?
D.Carlos o Simão caçador?
parvoíces
não depende dos partidos monárquicos ou republicanos
depende das gentes
os meninos serão sempre meninos , e assim é para um monte de homens de meia-idade e infelizmente mais novos também
o que está faltando, nem tenho que ler as bolas de cristal- pois agora em todos os jornais,canais, ou blogs .
Toda a gente escolhe o que Socrates a quejandos fingem que ignoram ...os institutos
os funcionários de topo
as reformas de topo aos 55 e 57anos
comparações entre
o rei de espanha que só custa 8,2milhões com a sua casa
e o presidente cavaquistanês custa 5 ou 6 com menos de 1/4 dos súbditos
tirem as universidades a mais, os institutos
agora há soluções para tudo
Mas são os mesmos que optaram por ignorar , (FERREIRA LEITE e MEDINA CARREIRA E MAIS UNS POUCOS EXCLUIDOS)
se alguém sente a ameaça e se cala
que direito têm de falar agora?
A FERREIRA LEITE NÃO TINHA Perfil E GASTARAM ANOS EM LUTAS INTESTINAS
o problema nacional é (principalmente psicológico) .
Cursos de cultura democrática não servem, especialmente de representantes dos partidos
entregaram a governação a agiotas globais e estão muito orgulhosos dessa sua proeza
como o fez uma geração de Braganças
comemorar o quê e para quê?
os nobres o clero e o povo
não mudaram nada....
Sócrates o impermeável ?
D.Carlos o impassível?
Alegre o caçador Simão ?
D.Carlos o Simão caçador?
parvoíces
não depende dos partidos monárquicos ou republicanos
depende das gentes
os meninos serão sempre meninos , e assim é para um monte de homens de meia-idade e infelizmente mais novos também
o que está faltando, nem tenho que ler as bolas de cristal- pois agora em todos os jornais,canais, ou blogs .
Toda a gente escolhe o que Socrates a quejandos fingem que ignoram ...os institutos
os funcionários de topo
as reformas de topo aos 55 e 57anos
comparações entre
o rei de espanha que só custa 8,2milhões com a sua casa
e o presidente cavaquistanês custa 5 ou 6 com menos de 1/4 dos súbditos
tirem as universidades a mais, os institutos
agora há soluções para tudo
Mas são os mesmos que optaram por ignorar , (FERREIRA LEITE e MEDINA CARREIRA E MAIS UNS POUCOS EXCLUIDOS)
se alguém sente a ameaça e se cala
que direito têm de falar agora?
A FERREIRA LEITE NÃO TINHA Perfil E GASTARAM ANOS EM LUTAS INTESTINAS
o problema nacional é (principalmente psicológico) .
Cursos de cultura democrática não servem, especialmente de representantes dos partidos
entregaram a governação a agiotas globais e estão muito orgulhosos dessa sua proeza
como o fez uma geração de Braganças
comemorar o quê e para quê?
os nobres o clero e o povo
não mudaram nada....
divendres, 17 de setembre de 2010
PERDIDOS NO ABSOLUTO
O absoluto e as suas fábricas, símbolos, que remetem para buscas, procuras místicas do graal, na direcção às luzes, aos ventres e aos renascimentos/ressurreições.
O Absoluto reencontrado, após um percurso cheio de fragas, abismos e trevas.
Alguns Barbudos escolhidos alcançam o âmago do absoluto, outras avantesmas escapam do absoluto, outros ficam pelo caminho, perdidos nos absolutos que construiram, certos ou incertos.
Perdidos, perdidos sim na recusa de enfrentar a relatividade de todos os absolutos.
Lá vamos cantando e rindo,
levados, levados, sim
para o absoluto (e é o início ó barbudo da mocidade portuguesa)
O Absoluto reencontrado, após um percurso cheio de fragas, abismos e trevas.
Alguns Barbudos escolhidos alcançam o âmago do absoluto, outras avantesmas escapam do absoluto, outros ficam pelo caminho, perdidos nos absolutos que construiram, certos ou incertos.
Perdidos, perdidos sim na recusa de enfrentar a relatividade de todos os absolutos.
Lá vamos cantando e rindo,
levados, levados, sim
para o absoluto (e é o início ó barbudo da mocidade portuguesa)
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absolutos
dimecres, 1 de setembre de 2010
Há rumores que já não são calados-UM PAÍS DOCE ou UM DOCE PAÍS
Há muito tempo que não lia o dr. Soares. Mas este momento inicial, inspirador e já digno de um aluno do 5º ou, mesmo, do 6º ano do Colégio Moderno - «terminam as férias com o final de Agosto, embora haja portugueses que façam férias em Setembro, por as praias, os restaurantes e os hotéis estarem menos cheios» -, obrigou-me a ver o resto. E o resto é esse "país doce" que o foi de Salazar - e que agora é de Sócrates e do seu PS - que é Portugal
Publicada por João Gonçalves em 1.9.10 8 comentários
Etiquetas: Mário Soares, Regime
Agora o regime entra em rotação
de 4 em 4 anos
escolhemos de quem o país quer ser.
Ao contrário do que se pensava, foram férias calmas, excepção feita da calamidade dos incêndios, apesar do trabalho incansável dos bombeiros, da GNR e dos pilotos dos helicópteros. No entanto, como aqui assinalei num artigo anterior, é preciso e urgente reforçar as medidas preventivas, defender as florestas e obrigar os proprietários das terras que estão abandonadas aos matos - e que são pólvora - a limpá-las ou deixá-las limpar pelos serviços públicos ou municipais, contra um pagamento mínimo.
Quando digo que as férias foram calmas, refiro-me, naturalmente, ao plano político e social. Depois da guerrilha partidária que se seguiu às últimas eleições legislativas - e à constituição de um Governo minoritário - ter havido comentadores convencidos de que o Governo Sócrates dificilmente se aguentaria. Não foi o que sucedeu, porque depressa as pessoas se aperceberam de que a nenhum partido da oposição
Não sei porquê mas trocando GOVERNO Sócrates por outro's S's e Oposição por outra oposição o texto lembra algo
Publicada por João Gonçalves em 1.9.10 8 comentários
Etiquetas: Mário Soares, Regime
Agora o regime entra em rotação
de 4 em 4 anos
escolhemos de quem o país quer ser.
Ao contrário do que se pensava, foram férias calmas, excepção feita da calamidade dos incêndios, apesar do trabalho incansável dos bombeiros, da GNR e dos pilotos dos helicópteros. No entanto, como aqui assinalei num artigo anterior, é preciso e urgente reforçar as medidas preventivas, defender as florestas e obrigar os proprietários das terras que estão abandonadas aos matos - e que são pólvora - a limpá-las ou deixá-las limpar pelos serviços públicos ou municipais, contra um pagamento mínimo.
Quando digo que as férias foram calmas, refiro-me, naturalmente, ao plano político e social. Depois da guerrilha partidária que se seguiu às últimas eleições legislativas - e à constituição de um Governo minoritário - ter havido comentadores convencidos de que o Governo Sócrates dificilmente se aguentaria. Não foi o que sucedeu, porque depressa as pessoas se aperceberam de que a nenhum partido da oposição
Não sei porquê mas trocando GOVERNO Sócrates por outro's S's e Oposição por outra oposição o texto lembra algo
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