QUAL É O REMÉDIO PRECONIZADO PARA ESTE MAL
CRIEM-SE CURSOS DE FÉRIAS PARA OS POLÍTICOS
E DESEDUCAR O POVO POIS OS VERDADEIROS ANALFABETOS POLÍTICOS
NÃO SÃO AS POBRES POPULAÇÕES SEMI-LETRADAS E CRENTES EM MESSIAS
MAS OS DIRIGENTES LOCAIS E NACIONAIS CUJA MENTALIDADE
INCONSCIENTE DO VALOR DAS PALAVRAS
Ora analisemos as danças DAS PALAVRAS
Passos Cuniculus: Já me estás a irritar!
irritável
SócrateS: Porquê? O que é que se passa?
gente que quer saber a causa das coisas
de resto perguntar qualquer coisa serve para demonstrar interesse
Passos: Passa-se que estou assim. Tudo me chateia, tudo me irrita.
Tu existes e já me estás a irritar!
a existência dos outros limita o crescimento do eu político
SócrateS: Já percebei, vá, deixa-te lá disso.Esta crise é evitável.
basta haver largueza de espírito e de outras coisas
ou seja não percebeu
há muitos percebei's em campanha
Passos: Até me deixava mas tu também não facilitas!
esta é mais difícil
SócrateS: Então porquê?
(...)
Passos: Continuamos pouco amigos?
SócrateS: Não estou para ai virado...
estava de costas....
TERÁ a fraca gente força pra tanto
força pra criar um sentimento de unidade nacional
sem se apoiar numa sombra de PSEUDO-unidade política
o mais certo é que cada agrupamento olhe desconfiado para o vizinho
monárquicos re publicanos PUBLICANOS À RÉ e anarkas DI PACOTILHA
visto que a ideia da pátria se tornou secundária
num ambiente cortado de profundas separações
ressentimentos ressabiamentos e ódios
um bloque de missatges sem significado e pedantes como o carago se los putogoeses se substituiran.... per etiquetes individuals ganhávamos algo ou...no? crear putogoeses enllaços no apareixerà en aquests queques? no rastrejar-lo enterra-lo...
dijous, 17 de març de 2011
dissabte, 15 de gener de 2011
AS SOMBRAS DAS PALAVRAS- NÃO HÁ NÓS NO EU
CARTA DE UM PARASITA DO ORÇAMENTO AOS QUE VÃO TER DE PAGAR AS CONTAS
estou-me a cagar para as outras e outros gaijinhas e gaijinhos da minha idade, mais
velhos ou mais novos.
EU sou eu, não sou os outros.
e comigo só vive quem gosta de mim e comigo só convive quem de mim gosta.
e é assim que eu faço com os outros, convivo com os que me interessam,
com os outros não.
logo, não tenho que aprender a aceitar merdas que não suporto.
e tu, PORTUGUÊS se és assim, és otário.
e eu não quero ser como tu.
nem como os outros todos.
que são uma cambada de frustrados. a começar por ti, ZÉ POVINHO que parece que não
fazes nada na puta da tua vida.
TRABALHA E PAGA AS DÍVIDAS QUE TE DEIXO
hasta.
VOU PARA A AMÉRICA DO SUL APANHAR SOL
estou-me a cagar para as outras e outros gaijinhas e gaijinhos da minha idade, mais
velhos ou mais novos.
EU sou eu, não sou os outros.
e comigo só vive quem gosta de mim e comigo só convive quem de mim gosta.
e é assim que eu faço com os outros, convivo com os que me interessam,
com os outros não.
logo, não tenho que aprender a aceitar merdas que não suporto.
e tu, PORTUGUÊS se és assim, és otário.
e eu não quero ser como tu.
nem como os outros todos.
que são uma cambada de frustrados. a começar por ti, ZÉ POVINHO que parece que não
fazes nada na puta da tua vida.
TRABALHA E PAGA AS DÍVIDAS QUE TE DEIXO
hasta.
VOU PARA A AMÉRICA DO SUL APANHAR SOL
dimarts, 28 de desembre de 2010
Senhor, a noite veio e a alma é vil.E NOSSA É A DÍVIDA E VOSSO O PROVEITO Possessio maris
dimarts 28 de desembre de 2010
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
E NOSSA É A DÍVIDA E VOSSO O PROVEITO
Mar Portuguez - Possessio maris
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem - ou desgraça ou ânsia –
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
Fernando Pessoa
Segunda parte - Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem - ou desgraça ou ânsia –
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
E NOSSA É A DÍVIDA E VOSSO O PROVEITO
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
E NOSSA É A DÍVIDA E VOSSO O PROVEITO
Mar Portuguez - Possessio maris
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem - ou desgraça ou ânsia –
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
Fernando Pessoa
Segunda parte - Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem - ou desgraça ou ânsia –
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
E NOSSA É A DÍVIDA E VOSSO O PROVEITO
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a noite veio e a alma é vil,
Senhor
dijous, 9 de desembre de 2010
DA BRIGADA DO REUMÁTICO À GERAÇÃO XÉXÉ
E assi vai o país
AUTORITÁRIO mas sem conseguir ter autoridade
Parece estranhamente um outro regime
AUTORITÁRIO mas sem conseguir ter autoridade
Parece estranhamente um outro regime
dimarts, 16 de novembre de 2010
DAS PALAVRAS DEVORADAS - PORRAJMOS IMIR-PERDEM-SE AS PALAVRAS NO MUNDO
DA EXTINÇÃO DAS PALAVRAS
Finalmente, uma outra língua foi libertada da ditadura das palavras
com o último falante extinguiu-se o crioulo de Cochim
A globalização também se aplica às palavras, a diversidade extingue-se pouco a pouco
Caminhamos para a conformidade
Cailín na Gaillimhe
A humanidade já não se sente responsável pela sobrevivência
dos atavismos línguísticos
Perde-se um mundo nas palavras PERDEM-SE AS PALAVRAS NO MUNDO
Finalmente, uma outra língua foi libertada da ditadura das palavras
com o último falante extinguiu-se o crioulo de Cochim
A globalização também se aplica às palavras, a diversidade extingue-se pouco a pouco
Caminhamos para a conformidade
Cailín na Gaillimhe
A humanidade já não se sente responsável pela sobrevivência
dos atavismos línguísticos
Perde-se um mundo nas palavras PERDEM-SE AS PALAVRAS NO MUNDO
diumenge, 24 d’octubre de 2010
DA IMPONDERABILIDADE DAS PALAVRAS NOS SÓCRATES POLITIZADOS
Folklore-assim na sua coreografia, os políticos colocam um desafio ao seu trabalho:
O da imponderabilidade do Estado e dos seus Orçamentos
Não se analisa o que se propõe
Ladram-se banalidades
Assim esta peça teatral que se desenrola há 36 anos, nunca encontra fim e nessa fragilidade, renova-se cada vez mais estranha e cada vez mais enfraquecida.
Cada diatribe, permite um novo solo onde o intérprete, se desintegra nas palavras que profere e para se reintegrar, reorganiza a peça e explora alguns elementos étnicos: o fado, os messias salvadores, os desígnios nacionais e outros que tal.
cantam-se estribilhos vindos de algures e prepara-se o regresso do status quo
e depois actores cospem sobre outros actores ou sobre o cenário
"Não gosto quando os políticos são (ou não são-varia com o dramaturgo)atingidos pelos estilhaços de processos judiciais em curso.
Há os símbolos que não existem mas têm de ser incensados
"o sagrado princípio da separação de poderes" que ou está ameaçado ou esteve posto em causa
os entretantos e nos entantos,
o presidente da Associação Sindical dos Juízes decidiu desferir ele próprio um ataque ao dito princípio imaterial e insubstancial
que outros tantos actores já tinham feito anteriormente
embora de forma menos flagrante
e diga-se de passagem deixando transparecer a cupidez daqueles
que habitualmente nos esvaziam os bolsos a bem da nação deles
e para mal dos nossos vícios
e para bem dos nossos amos
O da imponderabilidade do Estado e dos seus Orçamentos
Não se analisa o que se propõe
Ladram-se banalidades
Assim esta peça teatral que se desenrola há 36 anos, nunca encontra fim e nessa fragilidade, renova-se cada vez mais estranha e cada vez mais enfraquecida.
Cada diatribe, permite um novo solo onde o intérprete, se desintegra nas palavras que profere e para se reintegrar, reorganiza a peça e explora alguns elementos étnicos: o fado, os messias salvadores, os desígnios nacionais e outros que tal.
cantam-se estribilhos vindos de algures e prepara-se o regresso do status quo
e depois actores cospem sobre outros actores ou sobre o cenário
"Não gosto quando os políticos são (ou não são-varia com o dramaturgo)atingidos pelos estilhaços de processos judiciais em curso.
Há os símbolos que não existem mas têm de ser incensados
"o sagrado princípio da separação de poderes" que ou está ameaçado ou esteve posto em causa
os entretantos e nos entantos,
o presidente da Associação Sindical dos Juízes decidiu desferir ele próprio um ataque ao dito princípio imaterial e insubstancial
que outros tantos actores já tinham feito anteriormente
embora de forma menos flagrante
e diga-se de passagem deixando transparecer a cupidez daqueles
que habitualmente nos esvaziam os bolsos a bem da nação deles
e para mal dos nossos vícios
e para bem dos nossos amos
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IMPONDERABILIDADES
divendres, 8 d’octubre de 2010
DAS PALAVRAS ISENTAS DE IDEOLOGIAS A LITERATURA COMO FÉ
um homem mede-se pela extensão do seu raciocínio
lógico
e pela beleza dos pensamentos que produz
A especialização leva à incomunicabilidade social.
à fragmentação do conjunto de seres humanos em guetos culturais de técnicos e especialistas
aos quais a linguagem, alguns códigos e a informação progressivamente sectorizada relegam naquele particularismo contra o qual nos alertava o antiquíssimo adágio:
não é necessário concentrar-se tanto no ramo nem na folha, a ponto de esquecermos que eles fazem parte de uma árvore, e esta de um bosque.
O sentido de pertença, que conserva unido o corpo social e o impede de se desintegrar em uma miríade de particularismos solipsistas, depende, em boa medida, de que se tenha uma consciência precisa da existência do bosque.
E o solipsismo - de povos ou indivíduos - gera paranóias e delírios, as deformações da realidade que sempre dão origem ao ódio, às guerras e aos genocídios.
A ciência e a técnica não podem mais cumprir aquela função cultural integradora em nosso tempo, precisamente pela infinita riqueza de conhecimentos e da rapidez de sua evolução que levou à especialização e ao uso de vocabulários herméticos.
A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte.
Nós, leitores de Cervantes ou de Shakespeare, de Dante ou de Tolstoi, sentimos-nos membros da mesma espécie porque, nas obras que eles criaram, aprendemos aquilo que partilhamos como seres humanos, o que permanece em todos nós além do amplo leque de diferenças que nos separam.
E nada defende melhor os seres vivos contra a estupidez dos preconceitos, do racismo, da xenofobia, das obtusidades localistas do sectarismo religioso ou político, ou dos nacionalismos discriminatórios, do que a comprovação constante que sempre aparece na grande literatura: a igualdade essencial de homens e mulheres em todas as latitudes, e a injustiça representada pelo estabelecimento entre eles de formas de discriminação, sujeição ou exploração."
Mario Vargas Llosa
por mim até podia ser monárquico da esquerda republicana
quem escreve assim não tem tendências absolutistas
ou talvez tenha que importa
lógico
e pela beleza dos pensamentos que produz
A especialização leva à incomunicabilidade social.
à fragmentação do conjunto de seres humanos em guetos culturais de técnicos e especialistas
aos quais a linguagem, alguns códigos e a informação progressivamente sectorizada relegam naquele particularismo contra o qual nos alertava o antiquíssimo adágio:
não é necessário concentrar-se tanto no ramo nem na folha, a ponto de esquecermos que eles fazem parte de uma árvore, e esta de um bosque.
O sentido de pertença, que conserva unido o corpo social e o impede de se desintegrar em uma miríade de particularismos solipsistas, depende, em boa medida, de que se tenha uma consciência precisa da existência do bosque.
E o solipsismo - de povos ou indivíduos - gera paranóias e delírios, as deformações da realidade que sempre dão origem ao ódio, às guerras e aos genocídios.
A ciência e a técnica não podem mais cumprir aquela função cultural integradora em nosso tempo, precisamente pela infinita riqueza de conhecimentos e da rapidez de sua evolução que levou à especialização e ao uso de vocabulários herméticos.
A literatura, ao contrário, diferentemente da ciência e da técnica, é, foi e continuará sendo, enquanto existir, um desses denominadores comuns da experiência humana, graças ao qual os seres vivos se reconhecem e dialogam, independentemente de quão distintas sejam suas ocupações e seus desígnios vitais, as geografias, as circunstâncias em que se encontram e as conjunturas históricas que lhes determinam o horizonte.
Nós, leitores de Cervantes ou de Shakespeare, de Dante ou de Tolstoi, sentimos-nos membros da mesma espécie porque, nas obras que eles criaram, aprendemos aquilo que partilhamos como seres humanos, o que permanece em todos nós além do amplo leque de diferenças que nos separam.
E nada defende melhor os seres vivos contra a estupidez dos preconceitos, do racismo, da xenofobia, das obtusidades localistas do sectarismo religioso ou político, ou dos nacionalismos discriminatórios, do que a comprovação constante que sempre aparece na grande literatura: a igualdade essencial de homens e mulheres em todas as latitudes, e a injustiça representada pelo estabelecimento entre eles de formas de discriminação, sujeição ou exploração."
Mario Vargas Llosa
por mim até podia ser monárquico da esquerda republicana
quem escreve assim não tem tendências absolutistas
ou talvez tenha que importa
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